<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/wordpress-mu-1.2.4" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Commenti a: I miei auguri di Buon Anno</title>
	<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/</link>
	<description>Fra vita e tastiera, i post semiseri di chi scrive per passione, ma legge (e rilegge e riscrive) per lavoro.</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 06:41:04 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=wordpress-mu-1.2.4</generator>

	<item>
		<title>Di: camilla, paolo, eva, marina, riccardo</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-106</link>
		<author>camilla, paolo, eva, marina, riccardo</author>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 17:37:30 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-106</guid>
		<description>UN ANNO FA.....

LASCIATE QUESTO RICORDO DI LEI.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>UN ANNO FA&#8230;..</p>
<p>LASCIATE QUESTO RICORDO DI LEI.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: PAOLETTA</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-105</link>
		<author>PAOLETTA</author>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 16:12:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-105</guid>
		<description>Anche io concordo con Camilla. Non eliminate questo blog. E' quanto resta a noi lettori di Edi Vecso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anche io concordo con Camilla. Non eliminate questo blog. E&#8217; quanto resta a noi lettori di Edi Vecso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: camilla</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-104</link>
		<author>camilla</author>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 11:44:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-104</guid>
		<description>NON ELIMINATE QUESTO BLOG. CONSIDERATELO UN OMAGGIO POSTUMO A CHI, PER VOI DELLA SPERLING, E' STATA UNA LAVORATRICE, UN'AMICA...
                                            CAMILLA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>NON ELIMINATE QUESTO BLOG. CONSIDERATELO UN OMAGGIO POSTUMO A CHI, PER VOI DELLA SPERLING, E&#8217; STATA UNA LAVORATRICE, UN&#8217;AMICA&#8230;<br />
                                            CAMILLA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: giuseppe go.</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-103</link>
		<author>giuseppe go.</author>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 13:55:41 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-103</guid>
		<description>La follia vive nell'uomo e implode all'improvviso. Ci si appiglia alla testa di una madre, al cuore di una persona cara...
Ma la vita terrena non è essa un inferno? Tu, dolce scrittrice, hai abbandonato la falsità che corrode le scorie di questo mondo, le menzogne, vermi che s'incuneano nel cranio dei poveri di spirito, gli interessi, le pochezze, le ignobili e vili azioni, che spingono gli umani a commettere ogni atto turpe.
Tu ora guardi con occhi lievi, come in una lanterna magica, il succedersi degli eventi. Qualcuno ormai ha ordinato...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>La follia vive nell&#8217;uomo e implode all&#8217;improvviso. Ci si appiglia alla testa di una madre, al cuore di una persona cara&#8230;<br />
Ma la vita terrena non è essa un inferno? Tu, dolce scrittrice, hai abbandonato la falsità che corrode le scorie di questo mondo, le menzogne, vermi che s&#8217;incuneano nel cranio dei poveri di spirito, gli interessi, le pochezze, le ignobili e vili azioni, che spingono gli umani a commettere ogni atto turpe.<br />
Tu ora guardi con occhi lievi, come in una lanterna magica, il succedersi degli eventi. Qualcuno ormai ha ordinato&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: camilla</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-102</link>
		<author>camilla</author>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 13:22:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-102</guid>
		<description>Mi dispiace.Non lo sapevo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mi dispiace.Non lo sapevo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: voltar</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-101</link>
		<author>voltar</author>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 12:33:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-101</guid>
		<description>A mestra italiana de Harry Potter é “morta pelo filho com uma garrafa de vinho”
The Independent - John Phillips
04/01/2008
Tradução: Bruna Moreno

O filho adolescente de uma tradutora que popularizou o mundo de Harry Potter na Itália supostamente confessou tê-la atingido com uma garrafa de vinho e cortado sua garganta.

Recentemente, Edi Vesco, 52, a famosa escritora e editora da Editora Sperling and Kupfer, tinha feito algumas alusões em seu famigerado blog, de forma benigna, sobre suas dificuldades no relacionamento com seu filho de 18 anos, com quem ela dividia um apartamento em Milão.

A polícia disse que o estudante, identificado somente por suas iniciais LG, trancou o apartamento depois do assassinato na terça-feira e tomou um trem para o norte da cidade da Brescia. Aparentemente, ele se entregou à polícia “em um estado confuso” posteriormente naquela mesma noite e confessou o assassinato.

Ele foi acusado de homicídio doloso e de tentativa de abuso sexual, de acordo com as fontes judiciais. O jornal Corriere della Sera disse que o jovem contou às autoridades que ele tentou estuprar sua mãe e depois a acertou com uma garrafa de vinho espumante, mas que “não conseguia se lembrar” por que ele a teria matado.

Um investigador descreveu o caso como “uma história realmente assustadora - um drama familiar apavorante” e disse que o assassinato aconteceu no clímax de uma briga, causada quando o garoto contou à mãe que planejava deixar a escola e estudar sozinho para os exames finais.

A senhora Vesco escreveu uma série de livros e traduziu as biografias de Catherine Deneuve e Gerar Depardieu, mas ficou mais conhecida por seu trabalho, em 2002, intitulado “Il Magico Libro Del Mondo de Harry Potter” (”O Livro Mágico - Os Segredos do Mundo de Harry Potter”), anunciado como o guia mais completo do mundo sobre o menino bruxo de J.K. Rowling.

O trabalho inclui excertos que a senhora Vesco traduziu dos livros de Harry Potter e explanações sobre a bruxaria nos títulos, assim como quizzes, jogos e palavras cruzadas.

Em seu blog, a Senhora Vesco recentemente mencionou que tinha “vários probleminhas sérios para resolver”, mas aparentemente não os levou a sério, comparando-os a sua perícia como cozinheira.

“O que eu sei fazer direito? Quando eu perco a cabeça, sou tentada a falar desastres. Meu filho fala ‘desastres’ mas também lasanha, nhoque de batata e molho de marisco,” ela escreveu.

Os vizinhos descreveram a escritora e seu filho como personalidades “calmas”. A polícia disse que o adolescente não tinha antecedentes criminais, mas que era uma figura “introvertida”. Segundo boatos, ele falou sobre seus planos de deixar a escola em um e-mail intitulado “Delírio de Onipotência” que mandou a seu pai, que era separado da senhora Vesco.

A mensagem incluía citações de Sócrates, Einstein e Nietzche, e descrevia o que o garoto chamou de seu “esclarecimento” perante o caminho que tinha escolhido seguir pela vida.

Por alguns anos, na época do Natal e das férias de verão, a Itália tem sofrido com violentas tragédias familiares, que estouram sem nenhuma razão evidente.

A Ministra da Família do país, Rosy Bindi, disse aos repórteres estrangeiros recentemente que a onda de assassinatos insensíveis era “um sinal de que a família se tornou frágil” na Itália, apesar da predominante reputação do país católico de sustentar valores familiares.

“As famílias geralmente são isoladas e necessitam de ajuda”, ela disse.
 
&#124; Voltar &#124;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mestra italiana de Harry Potter é “morta pelo filho com uma garrafa de vinho”<br />
The Independent - John Phillips<br />
04/01/2008<br />
Tradução: Bruna Moreno</p>
<p>O filho adolescente de uma tradutora que popularizou o mundo de Harry Potter na Itália supostamente confessou tê-la atingido com uma garrafa de vinho e cortado sua garganta.</p>
<p>Recentemente, Edi Vesco, 52, a famosa escritora e editora da Editora Sperling and Kupfer, tinha feito algumas alusões em seu famigerado blog, de forma benigna, sobre suas dificuldades no relacionamento com seu filho de 18 anos, com quem ela dividia um apartamento em Milão.</p>
<p>A polícia disse que o estudante, identificado somente por suas iniciais LG, trancou o apartamento depois do assassinato na terça-feira e tomou um trem para o norte da cidade da Brescia. Aparentemente, ele se entregou à polícia “em um estado confuso” posteriormente naquela mesma noite e confessou o assassinato.</p>
<p>Ele foi acusado de homicídio doloso e de tentativa de abuso sexual, de acordo com as fontes judiciais. O jornal Corriere della Sera disse que o jovem contou às autoridades que ele tentou estuprar sua mãe e depois a acertou com uma garrafa de vinho espumante, mas que “não conseguia se lembrar” por que ele a teria matado.</p>
<p>Um investigador descreveu o caso como “uma história realmente assustadora - um drama familiar apavorante” e disse que o assassinato aconteceu no clímax de uma briga, causada quando o garoto contou à mãe que planejava deixar a escola e estudar sozinho para os exames finais.</p>
<p>A senhora Vesco escreveu uma série de livros e traduziu as biografias de Catherine Deneuve e Gerar Depardieu, mas ficou mais conhecida por seu trabalho, em 2002, intitulado “Il Magico Libro Del Mondo de Harry Potter” (”O Livro Mágico - Os Segredos do Mundo de Harry Potter”), anunciado como o guia mais completo do mundo sobre o menino bruxo de J.K. Rowling.</p>
<p>O trabalho inclui excertos que a senhora Vesco traduziu dos livros de Harry Potter e explanações sobre a bruxaria nos títulos, assim como quizzes, jogos e palavras cruzadas.</p>
<p>Em seu blog, a Senhora Vesco recentemente mencionou que tinha “vários probleminhas sérios para resolver”, mas aparentemente não os levou a sério, comparando-os a sua perícia como cozinheira.</p>
<p>“O que eu sei fazer direito? Quando eu perco a cabeça, sou tentada a falar desastres. Meu filho fala ‘desastres’ mas também lasanha, nhoque de batata e molho de marisco,” ela escreveu.</p>
<p>Os vizinhos descreveram a escritora e seu filho como personalidades “calmas”. A polícia disse que o adolescente não tinha antecedentes criminais, mas que era uma figura “introvertida”. Segundo boatos, ele falou sobre seus planos de deixar a escola em um e-mail intitulado “Delírio de Onipotência” que mandou a seu pai, que era separado da senhora Vesco.</p>
<p>A mensagem incluía citações de Sócrates, Einstein e Nietzche, e descrevia o que o garoto chamou de seu “esclarecimento” perante o caminho que tinha escolhido seguir pela vida.</p>
<p>Por alguns anos, na época do Natal e das férias de verão, a Itália tem sofrido com violentas tragédias familiares, que estouram sem nenhuma razão evidente.</p>
<p>A Ministra da Família do país, Rosy Bindi, disse aos repórteres estrangeiros recentemente que a onda de assassinatos insensíveis era “um sinal de que a família se tornou frágil” na Itália, apesar da predominante reputação do país católico de sustentar valores familiares.</p>
<p>“As famílias geralmente são isoladas e necessitam de ajuda”, ela disse.</p>
<p>| Voltar |</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: ANTOYNE</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-100</link>
		<author>ANTOYNE</author>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:06:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-100</guid>
		<description>RISPOSTA A PASQUALE

Il pm Elisa Moretti ha chiesto una condanna a 16 anni, in rito abbreviato, per Lorenzo Giacomini, il ragazzo di 18 anni che lo scorso Capodanno uccise la madre di 52 anni, la scrittrice Edi Vesco, nella loro abitazione in via Bertinoro a San Siro. Due giorni prima il ragazzo scrisse al padre un’email in cui manifestava segni di cedimento psichico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RISPOSTA A PASQUALE</p>
<p>Il pm Elisa Moretti ha chiesto una condanna a 16 anni, in rito abbreviato, per Lorenzo Giacomini, il ragazzo di 18 anni che lo scorso Capodanno uccise la madre di 52 anni, la scrittrice Edi Vesco, nella loro abitazione in via Bertinoro a San Siro. Due giorni prima il ragazzo scrisse al padre un’email in cui manifestava segni di cedimento psichico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: ANTOYNE</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-99</link>
		<author>ANTOYNE</author>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:03:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-99</guid>
		<description>RISPOSTA A PASQUALE
Il pm Elisa Moretti ha chiesto una condanna a 16 anni, in rito abbreviato, per Lorenzo Giacomini, il ragazzo di 18 anni che lo scorso Capodanno uccise la madre di 52 anni, la scrittrice Edi Vesco, nella loro abitazione in via Bertinoro a San Siro. Due giorni prima il ragazzo scrisse al padre un’email in cui manifestava segni di cedimento psichico.

Fonte: http://www.ilgiornale.it/a.pic1?ID=275280

Luglio 12, 2008 - Pubblicato da tiamotd &#124; daily news &#124; anni, madre, rischia, uccise &#124; Nessun Commento 

Nessun Commento » 
Non c’è ancora nessun commento.

Lascia un commento
 Nome (obbligatorio)

 e-Maile-Mail (obbligatorio - non sarà pubblicato)

 Sito Web



  

« Precedente &#124; Successivo »</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RISPOSTA A PASQUALE<br />
Il pm Elisa Moretti ha chiesto una condanna a 16 anni, in rito abbreviato, per Lorenzo Giacomini, il ragazzo di 18 anni che lo scorso Capodanno uccise la madre di 52 anni, la scrittrice Edi Vesco, nella loro abitazione in via Bertinoro a San Siro. Due giorni prima il ragazzo scrisse al padre un’email in cui manifestava segni di cedimento psichico.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ilgiornale.it/a.pic1?ID=275280" rel="nofollow">http://www.ilgiornale.it/a.pic1?ID=275280</a></p>
<p>Luglio 12, 2008 - Pubblicato da tiamotd | daily news | anni, madre, rischia, uccise | Nessun Commento </p>
<p>Nessun Commento »<br />
Non c’è ancora nessun commento.</p>
<p>Lascia un commento<br />
 Nome (obbligatorio)</p>
<p> e-Maile-Mail (obbligatorio - non sarà pubblicato)</p>
<p> Sito Web</p>
<p>« Precedente | Successivo »</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: Pasquale</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-98</link>
		<author>Pasquale</author>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 12:00:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-98</guid>
		<description>Una brutta storia ma si conosce già dopo tanti mesi come è andata a finire?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Una brutta storia ma si conosce già dopo tanti mesi come è andata a finire?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Di: Luciana</title>
		<link>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-97</link>
		<author>Luciana</author>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:25:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://edivesco.ormedilettura.com/2007/12/30/i-miei-auguri-di-buon-anno/#comment-97</guid>
		<description>Edi Vesco rimane un mistero. Ho letto i suoi libri, ho visitato il suo sito, e proprio non riesco a capire se fosse nata figlia o genitore. «Sì, ho pubblicato dei libri. Ma non significa che io mi senta scrittrice. Quando mi definiscono così mi vien da ridere. Perché Scrittore è una definizione troppo bella e importante, di più, è un’onoreficienza somma, un’assunzione in cielo che meritano soltanto i mostri della storia della letteratura. Gli altri, tutti quanti, tutti noi, siamo soltanto autori». È così che Edi dava il benvenuto sul suo sito. Anzi, non solo lo dava: continua a darlo. Perché quello che lascia attoniti, quando si digita www.edivesco.it e ci si ritrova nel campo di margheritone bianche che fa da sfondo e quando compaiono le varie sezioni in cui il sito è diviso, i suoi link, è che tutto sembra assolutamente dinamico: in vita. All’improvviso uno sciame di farfalline comincia anche a svolazzare fra le parole

La finta eternità in Rete 
È la Rete. Se un pettegolezzo finisce su Internet conquista la durata pressoché infinita che ha la verità. Un fattarello di cronaca messo in archivio sul sito di un quotidiano di provincia acquista in questa maniera una tale accessibilità nel tempo, da entrare a pieno diritto nella Storia. Perché è questa, la spaventosa caratteristica della Rete: la capacità di creare una finta eternità del transitorio. E sul suo sito allora Edi non solo non morirà mai, come succede in parte a tutti coloro che hanno lasciato da qualche parte un’opera, una traccia, qualcosa così incisivo da sopravvivergli: sul suo sito Edi è in movimento. Torniamo al punto. Com'è che si muove? Da figlia o genitore della vita (sua e degli altri)? Certamente figlia, se ti concentri sulle farfalline, le margherite, e sulla commovente soavità delle parole che aprono il sito. Genitore: se ti concentri sulla saggezza di quelle stesse parole, sull’umiltà a cui richiamano, se sai per esperienza che non è affatto scontata quando si discute dell’opportunità di considerarsi omeno artisti, del bisogno e la fretta di definirsi tali per garantire di fronte al mondo e a se stessi una licenza di originalità ai propri pensieri e alle proprie azioni. Aquel punto allora cerchi Edi Vesco nei suoi libri. Autrice o scrittrice che si considerasse, ne ha pubblicati tre (tutti per la Sperling&#38;Kupfer, con cui lavorava da anni anche come editor e traduttrice). Il Magico Libro. Zuccologia, gufologia e autentica stregoneria. Sottotitolo: La guida più completa al mondo di Harry Potter. «Non ho mai fatto niente di più divertente », dichiara Edi, a proposito di questa che può considerarsi una vera e propria guida turistica allo smarrimento imposto dal regno delle favole. Dopo arrivano i romanzi. In Sissi. Una ribelle alla corte di Vienna, è dichiarata volontà della Vesco quella di «sostituire alla melensa e irreale visione di Elisabetta d’Austria, data dal film con Romy Schneider, un suo ritratto autentico». Documentato attraverso le fonti più svariate, ecco così che l’Imperatrice Sissi ricorda quella, perfetta e tragica come in una fotografia, immortalata da Constantin Christomas, il suo insegnante privato di greco, nelle pagine di quel diario, che a tratti appare come un trattato filosofico, pubblicato in Italia da Adelphi nell’ottantanove. Sole d’Inverno invece è un romanzo d’amore. Un amore che all’apparenza non ha ragioni per esplodere e che proprio per questo invece esplode, fra un medico tropicalista che lotta per le popolazioni più disperate dell’Africa e una giornalista glamour di Milano. Di nuovo. Figlia o genitore? Sembra rispondere lei stessa, nelle pagine autobiografiche del sito. La bambina sbagliata, le intitola. «Nasco il 25 febbraio 1955. Bel mese, febbraio: profumo di calicanthus e fresie (…). Nasco di carnevale, di venerdì (il giorno dei matti) e all’ora della merenda: insomma, tutto un programma (…)». Nasce e poi cresce ad Arona, nel Novarese, e per iscriversi all’Università di Milano e laurearsi in Filologia, data la povertà dei mezzi della famiglia d’origine si paga da sola gli studi con i lavoretti più svariati, dà ripetizioni private a «collaborazioni giornalistiche e radiofoniche con emittenti private a ritmi folli ». A un certo punto Edi sembra esprimerlo senza mezzi termini: «L'infanzia è stata il mio stampino per la vita». Ma nei racconti di quella sua infanzia e dell’adolescenza non compaiono adulti: nessuno che l’accompagni se non di sfuggita, nessuno che le dica: tranquilla, la direzione comunque è quella, non ti sbagliare. L’unica figura significativa (ma anche questa solo di passaggio) è quella di Ormezzano, allora direttore di Tuttosport, che pubblica una lettera in cui Edi lo rimprovera per aver «incautamente» affermato che i giovani non hanno tempra necessaria per diventare dei validi cronisti, e le risponde incitandola a continuare a «scrivere e scrivere».

Il merlo e il pappagallo 
Ci sono i tre amici con cui dà vita ad Arona alla rivista Il Sancarlone, le amiche imprescindibili, gli interlocutori sul lavoro, c’è un pappagallo che si chiama Miguel, c’è Cleo il merlo. Nessun adulto rispetto a qualcun altro, ripeto. Compare suo figlio: però non c’è il suo ex marito (chissà, forse quando a un certo punto allude con ironia alle «catastrofi varie» della sua vita si riferisce anche a quel matrimonio finito presto, ma chi può dirlo). Tutti i rapporti sono comunque all’insegna dello scambio orizzontale, mai di qualche insegnamento preso da chi è più esperto di noi o dato a chi lo è meno. Perché? Perché Edi Vesco è così materna nei confronti di tutto quello che intraprende e di chi incontra da non avere bisogno di farsi proteggere a sua volta, o perché è così innocente e spregiudicata nelle sue fantasie che, come i bambini quando imparano a camminare e all’improvviso si sentono grandi, proprio in quel momento è in pericolo e andrebbe tenuta d’occhio? «Che cosa mi viene bene fare. Di getto dico disastri». Il disastro alla fine è arrivato per davvero. Ma la responsabilità non è stata mica di Edi. Non è stata di nessuno, se si considera per l’appunto illusoria, creata a uso e consumo delle nostre rassicurazioni, la linea di confine che nelle famiglie separa i genitori dai figli, le vittime dai carnefici, le colpe dai meriti. Non lo so perché l’ho fatto, continuerà a ripetere Lorenzo alla polizia. Sì, lui e sua madre avevano litigato. Edi l’aveva sgridato per esser tornato troppo tardi, la notte dell’Ultimo dell’anno. Come spesso accade in famiglia da una discussione ne prende spunto un’altra, e allora mamma io non vado più a scuola, mi sono rotto i coglioni, e invece Lorenzo ci vai, non se ne parla proprio. Cose così. Che niente hanno mai determinato, niente possono determinare.

Il delirio di onnipotenza 
«Può sembrare l’esplosione di un episodio psicotico. Mi domando se non avesse dato altri segnali prima», sostiene a una prima analisi dei fatti la psicoterapeuta Anna Meneghelli, che coordina un programma di prevenzione dei ragazzi a rischio e a esordio di psicosi. Di segnali Lorenzo non ne aveva dati, pare. A parte una generica insofferenza nei confronti della madre. E una e-mail di dodici pagine al padre, qualche giorno prima, che aveva intitolato «Delirio di onnipotenza » e in cui passando attraverso Socrate e Nietzsche, Lorenzo dichiarava di aver avuto «un’illuminazione», di aver «capito il senso della vita». Apparentemente archiviabili, l’insofferenza e il delirio, sotto la voce diciottanni. Forse allora torna davvero utile quanto sostiene John Daves per giustificare il suo incesto: il fatto è che semplicemente a volte le emozioni prendono il sopravvento. E possedere o distruggere un genitore diventa verosimile. L’onnipotenza sembra proprio quella della rete, dove le farfalline di Edi continuano a svolazzare imperterrite. Ma l’effetto demiurgico è esattamente l’opposto. I legami di sangue, quanto di più eterno ci è dato da sperimentare in vita, a quel punto ci si rivelano nella loro possibile, inquietante transitorietà.

Chiara Gamberale
27 aprile 2008 
( da Corriere.it)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Edi Vesco rimane un mistero. Ho letto i suoi libri, ho visitato il suo sito, e proprio non riesco a capire se fosse nata figlia o genitore. «Sì, ho pubblicato dei libri. Ma non significa che io mi senta scrittrice. Quando mi definiscono così mi vien da ridere. Perché Scrittore è una definizione troppo bella e importante, di più, è un’onoreficienza somma, un’assunzione in cielo che meritano soltanto i mostri della storia della letteratura. Gli altri, tutti quanti, tutti noi, siamo soltanto autori». È così che Edi dava il benvenuto sul suo sito. Anzi, non solo lo dava: continua a darlo. Perché quello che lascia attoniti, quando si digita <a href="http://www.edivesco.it" rel="nofollow">www.edivesco.it</a> e ci si ritrova nel campo di margheritone bianche che fa da sfondo e quando compaiono le varie sezioni in cui il sito è diviso, i suoi link, è che tutto sembra assolutamente dinamico: in vita. All’improvviso uno sciame di farfalline comincia anche a svolazzare fra le parole</p>
<p>La finta eternità in Rete<br />
È la Rete. Se un pettegolezzo finisce su Internet conquista la durata pressoché infinita che ha la verità. Un fattarello di cronaca messo in archivio sul sito di un quotidiano di provincia acquista in questa maniera una tale accessibilità nel tempo, da entrare a pieno diritto nella Storia. Perché è questa, la spaventosa caratteristica della Rete: la capacità di creare una finta eternità del transitorio. E sul suo sito allora Edi non solo non morirà mai, come succede in parte a tutti coloro che hanno lasciato da qualche parte un’opera, una traccia, qualcosa così incisivo da sopravvivergli: sul suo sito Edi è in movimento. Torniamo al punto. Com&#8217;è che si muove? Da figlia o genitore della vita (sua e degli altri)? Certamente figlia, se ti concentri sulle farfalline, le margherite, e sulla commovente soavità delle parole che aprono il sito. Genitore: se ti concentri sulla saggezza di quelle stesse parole, sull’umiltà a cui richiamano, se sai per esperienza che non è affatto scontata quando si discute dell’opportunità di considerarsi omeno artisti, del bisogno e la fretta di definirsi tali per garantire di fronte al mondo e a se stessi una licenza di originalità ai propri pensieri e alle proprie azioni. Aquel punto allora cerchi Edi Vesco nei suoi libri. Autrice o scrittrice che si considerasse, ne ha pubblicati tre (tutti per la Sperling&amp;Kupfer, con cui lavorava da anni anche come editor e traduttrice). Il Magico Libro. Zuccologia, gufologia e autentica stregoneria. Sottotitolo: La guida più completa al mondo di Harry Potter. «Non ho mai fatto niente di più divertente », dichiara Edi, a proposito di questa che può considerarsi una vera e propria guida turistica allo smarrimento imposto dal regno delle favole. Dopo arrivano i romanzi. In Sissi. Una ribelle alla corte di Vienna, è dichiarata volontà della Vesco quella di «sostituire alla melensa e irreale visione di Elisabetta d’Austria, data dal film con Romy Schneider, un suo ritratto autentico». Documentato attraverso le fonti più svariate, ecco così che l’Imperatrice Sissi ricorda quella, perfetta e tragica come in una fotografia, immortalata da Constantin Christomas, il suo insegnante privato di greco, nelle pagine di quel diario, che a tratti appare come un trattato filosofico, pubblicato in Italia da Adelphi nell’ottantanove. Sole d’Inverno invece è un romanzo d’amore. Un amore che all’apparenza non ha ragioni per esplodere e che proprio per questo invece esplode, fra un medico tropicalista che lotta per le popolazioni più disperate dell’Africa e una giornalista glamour di Milano. Di nuovo. Figlia o genitore? Sembra rispondere lei stessa, nelle pagine autobiografiche del sito. La bambina sbagliata, le intitola. «Nasco il 25 febbraio 1955. Bel mese, febbraio: profumo di calicanthus e fresie (…). Nasco di carnevale, di venerdì (il giorno dei matti) e all’ora della merenda: insomma, tutto un programma (…)». Nasce e poi cresce ad Arona, nel Novarese, e per iscriversi all’Università di Milano e laurearsi in Filologia, data la povertà dei mezzi della famiglia d’origine si paga da sola gli studi con i lavoretti più svariati, dà ripetizioni private a «collaborazioni giornalistiche e radiofoniche con emittenti private a ritmi folli ». A un certo punto Edi sembra esprimerlo senza mezzi termini: «L&#8217;infanzia è stata il mio stampino per la vita». Ma nei racconti di quella sua infanzia e dell’adolescenza non compaiono adulti: nessuno che l’accompagni se non di sfuggita, nessuno che le dica: tranquilla, la direzione comunque è quella, non ti sbagliare. L’unica figura significativa (ma anche questa solo di passaggio) è quella di Ormezzano, allora direttore di Tuttosport, che pubblica una lettera in cui Edi lo rimprovera per aver «incautamente» affermato che i giovani non hanno tempra necessaria per diventare dei validi cronisti, e le risponde incitandola a continuare a «scrivere e scrivere».</p>
<p>Il merlo e il pappagallo<br />
Ci sono i tre amici con cui dà vita ad Arona alla rivista Il Sancarlone, le amiche imprescindibili, gli interlocutori sul lavoro, c’è un pappagallo che si chiama Miguel, c’è Cleo il merlo. Nessun adulto rispetto a qualcun altro, ripeto. Compare suo figlio: però non c’è il suo ex marito (chissà, forse quando a un certo punto allude con ironia alle «catastrofi varie» della sua vita si riferisce anche a quel matrimonio finito presto, ma chi può dirlo). Tutti i rapporti sono comunque all’insegna dello scambio orizzontale, mai di qualche insegnamento preso da chi è più esperto di noi o dato a chi lo è meno. Perché? Perché Edi Vesco è così materna nei confronti di tutto quello che intraprende e di chi incontra da non avere bisogno di farsi proteggere a sua volta, o perché è così innocente e spregiudicata nelle sue fantasie che, come i bambini quando imparano a camminare e all’improvviso si sentono grandi, proprio in quel momento è in pericolo e andrebbe tenuta d’occhio? «Che cosa mi viene bene fare. Di getto dico disastri». Il disastro alla fine è arrivato per davvero. Ma la responsabilità non è stata mica di Edi. Non è stata di nessuno, se si considera per l’appunto illusoria, creata a uso e consumo delle nostre rassicurazioni, la linea di confine che nelle famiglie separa i genitori dai figli, le vittime dai carnefici, le colpe dai meriti. Non lo so perché l’ho fatto, continuerà a ripetere Lorenzo alla polizia. Sì, lui e sua madre avevano litigato. Edi l’aveva sgridato per esser tornato troppo tardi, la notte dell’Ultimo dell’anno. Come spesso accade in famiglia da una discussione ne prende spunto un’altra, e allora mamma io non vado più a scuola, mi sono rotto i coglioni, e invece Lorenzo ci vai, non se ne parla proprio. Cose così. Che niente hanno mai determinato, niente possono determinare.</p>
<p>Il delirio di onnipotenza<br />
«Può sembrare l’esplosione di un episodio psicotico. Mi domando se non avesse dato altri segnali prima», sostiene a una prima analisi dei fatti la psicoterapeuta Anna Meneghelli, che coordina un programma di prevenzione dei ragazzi a rischio e a esordio di psicosi. Di segnali Lorenzo non ne aveva dati, pare. A parte una generica insofferenza nei confronti della madre. E una e-mail di dodici pagine al padre, qualche giorno prima, che aveva intitolato «Delirio di onnipotenza » e in cui passando attraverso Socrate e Nietzsche, Lorenzo dichiarava di aver avuto «un’illuminazione», di aver «capito il senso della vita». Apparentemente archiviabili, l’insofferenza e il delirio, sotto la voce diciottanni. Forse allora torna davvero utile quanto sostiene John Daves per giustificare il suo incesto: il fatto è che semplicemente a volte le emozioni prendono il sopravvento. E possedere o distruggere un genitore diventa verosimile. L’onnipotenza sembra proprio quella della rete, dove le farfalline di Edi continuano a svolazzare imperterrite. Ma l’effetto demiurgico è esattamente l’opposto. I legami di sangue, quanto di più eterno ci è dato da sperimentare in vita, a quel punto ci si rivelano nella loro possibile, inquietante transitorietà.</p>
<p>Chiara Gamberale<br />
27 aprile 2008<br />
( da Corriere.it)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
